"Eu sou sim a pessoa que some, que surta, que vai embora, que aparece do nada, que fica porque quer, que odeia a falta de oxigênio das obrigações, que encurta uma conversa besta, que estende um bom drama, que diz o que ninguém espera e salva uma noite, que estraga uma semana só pelo prazer de ser má e tirar as correntes da cobrança do meu peito. Que acha todo mundo meio feio, meio bobo, meio burro, meio perdido, meio sem alma, meio de plástico, meia bomba. E espera impaciente ser salva por uma metade meio interessante que me tire finalmente essa sensação de perna manca quando ando sozinha por aí, maldizendo a tudo e a todos. Eu só queria ser legal, ser boa, ser leve. Mas dá realmente pra ser assim?" (Tati Bernardi) Ingrid Olivera, 18 anos
theme, base e design por canceriangirl; não copie, obrigada.
Chuck: Eu nunca devia ter te abandonado. Soube que tomei a decisão errada assim que o seu avião decolou. Eu me distrai o verão inteiro, esperando não sentir isso. Mas eu ainda sinto.
Blair: E?
Chuck: Eu estava com medo. Com medo de que ficassemos o verão inteiro juntos, só a gente e você iria ver.
Blair: Ver o que?
Chuck: Eu. Por favor, não vá com ele.
Blair: Por quê? Me dê um motivo. E "Eu sou Chuck Bass" não conta.
Chuck: Porque você não quer.
Blair: Não é suficiente.
Chuck: Porque eu não quero também.
Blair: Não é suficiente.
Chuck: O que mais é?
Blair: O motivo verdadeiro para eu ficar onde estou e não entrar no carro. Três palavras. Oito Letras. Diga e eu sou sua.
Chuck: Eu.. Eu..
Blair: Obrigada. Isso era tudo o que eu precisava ouvir.